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A exemplo de Itu, que registrou casos de depredação e saques, Prefeitura de SP, de Fernando Haddad (PT) prevê caos e possível proliferação de doenças como diarreia e a contaminação da água em consequência da diminuição da pressão na rede;verno Alckmin (PSDB) projeta para abril início do racionamento
O governo de Geraldo Alckmin (PSDB) projeta para abril o início do racionamento de água em São Paulo. Segundo a direção da Sabesp, para evitar que os reservatórios zerem, medida pode deixar Grande SP até 5 dias seguidos sem água.
Diante da perspectiva, a Prefeitura de São Paulo, de Fernando Haddad (PT) trabalha com um quadro drástico, segundo a colunista Mônica Bergamo, a exemplo do município de Itu, que ficou meses sob racionamento. Nele foram registrados casos de tumulto, depredação e saque em locais sem abastecimento. Rodovias foram interditadas e ônibus, incendiados.
A análise é a de que, se numa cidade com cerca de 160 mil habitantes os problemas foram de tal envergadura, numa metrópole de 12 milhões eles podem ser multiplicados.
Outra preocupação é com a questão sanitária, com a ocorrência de doenças como diarreia e a contaminação da água em consequência da diminuição da pressão na rede.
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