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Declaração é do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que afirmou que na primeira CPI "já deve ter acontecido isso"; minimizando a denúncia da revista Veja, de que houve 'farsa' da CPI da Petrobras, ele diz que não há como negar essa realidade; "A não ser que a gente queira fingir que somos todos inocentes, que somos muito hipócritas, e falar: 'Não, isso não acontece'"
Minimizando a denúncia feita pela revista Veja, de que a CPI da Petrobras no Senado foi uma 'farsa' por ter perguntas combinadas entre aliados do governo e depoentes, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, faz um comentário bem humorado. Segundo ele, a combinação de depoimentos em CPIs "vem desde Pedro Álvares Cabral. Na primeira CPI já deve ter acontecido isso".
Em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, do portal Uol e da Folha de S. Paulo, Paulo Bernardo afirma que não há como negar essa realidade. "A não ser que a gente queira fingir que somos todos inocentes, que somos muito hipócritas, e falar: 'Não, isso não acontece'", diz ele. O ministro lembra que "deputado não é promotor" e que as CPIs são investigações políticas.
Questionado, porém, se houve crime, ilegalidade ou imoralidade nos fatos relatados por Veja, ele responde: "Crime não houve. Imoralidade de quê? Político conversar e falar o que vai fazer, quais as ações que vai fazer? É um processo político. Ninguém vazou uma informação sigilosa como é corriqueiro acontecer". Para Paulo Bernardo, a oposição quis criar a CPI da Petrobras para "fazer um circo, fazer barulho" e que teria ficado omissa diante do funcionamento da comissão, mas quando algo é divulgado na mídia, diz ele, "eles saem correndo atrás".
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