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Atirador de elite do GER (Grupo Especial de Resgate), da Polícia Civil, identificou um homem armado com um uniforme do Gate (Grupo de Ações Táticas), da Polícia Militar, próximo à área de acesso proibido onde estavam a presidente Dilma Rousseff, chefes de Estado e autoridades da Fifa, e chegou a pedir a autorização para atirar; Secretaria da Segurança Pública paulista admitiu "erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências"
O jogo entre Brasil e Croácia, no último dia 12, foi visto por mais de 3 bilhões de pessoas em todo o mundo pela abertura da Copa e quase foi interrompido por uma tragédia. Confundido como um suspeito armado, um policial quase foi abatido dentro do estádio do Itaquerão, em São Paulo.
Um atirador de elite do GER (Grupo Especial de Resgate) da Polícia Civil identificou o homem armado com um uniforme do Gate (Grupo de Ações Táticas), da Polícia Militar, próximo à área de acesso proibido onde estavam a presidente Dilma Rousseff, chefes de Estado e autoridades da Fifa, e chegou a pedir a autorização para atirar.
O homem foi salvo após ter sido reconhecido como um policial. A Secretaria da Segurança Pública paulista, admitiu o erro. "A Secretaria da Segurança Pública esclarece que, no episódio em questão, houve um erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências."
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