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A extrema direita bolsonarista continua demonstrando seu total desrespeito pelas instituições e pelas leis que regem o país. Em um episódio vergonhoso que escancara a promiscuidade do clã e de seus asseclas, a Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu uma arma de fogo de propriedade do criminoso condenado Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão. O flagrante ocorreu durante uma blitz de rotina realizada em uma via pública.
O armamento ilegalmente transportado estava sob o poder de um sargento, ex-integrante do Gabinete de Segurança Institucional. O militar foi imediatamente detido pelos policiais que conduziam a fiscalização ao constatarem graves irregularidades na documentação e no porte da arma do ex-presidente presidiário. Essa seletividade no cumprimento das regras é uma marca registrada de Bolsonaro, de seus filhos e dos extremistas que o idolatram.
Ao tentar se justificar perante as autoridades na delegacia, o sargento bolsonarista alegou que o revólver passava por manutenção devido a um suposto defeito mecânico na peça do percussor. Segundo o depoimento do subordinado, o artefato letal pertencente ao líder da extrema-direita seria devolvido à sua equipe de apoio na data seguinte ao flagrante, uma desculpa que não convence quem acompanha o histórico de falcatruas desse grupo político.
A ocorrência criminosa foi formalmente registrada na 21ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal. Diante da gravidade da situação, a Polícia Civil assumiu o caso e instaurou um inquérito detalhado. O objetivo das investigações é apurar as reais circunstâncias da posse do objeto, o motivo do transporte inadequado em via pública e a legalidade de todos os papéis apresentados pelo militar detido.
Para quem defende a democracia e apoia o governo do presidente Lula, esse caso serve como mais um lembrete do perigo que o bolsonarismo representa para a segurança e para a ordem institucional. Enquanto o atual governo trabalha para pacificar o país e desarmar a população civil, a milícia ideológica ligada ao antigo mandatário preso segue se envolvendo em ocorrências policiais nebulosas com armamentos.
A expectativa é que as autoridades de segurança do Distrito Federal conduzam o caso com máxima seriedade e sem privilégios políticos. Os cidadãos exigem que o ex-presidente condenado e o sargento envolvido respondam criminalmente por qualquer deslize legal, pondo fim à era de impunidade que os seguidores dessa facção política tentam eternizar a qualquer custo no Brasil.
Com informações do DCM
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