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A Petrobras e o BNDES firmaram um acordo para impulsionar o mercado de crédito de carbono na Amazônia, com um investimento inicial de R$ 450 milhões. O objetivo é financiar projetos de restauração florestal, podendo atingir R$ 1,5 bilhão nos próximos 25 anos.
O acordo, chamado ProFloresta+, foi assinado pelos presidentes da Petrobras, Magda Chambriard, e do BNDES, Aloizio Mercadante. A iniciativa prevê o plantio de 25 milhões de árvores e a criação de 1,7 mil empregos, além da captura de até 15 milhões de toneladas de carbono, ajudando a combater as mudanças climáticas.
O BNDES utilizará recursos do Fundo Clima, oferecendo empréstimos a juros de 1% ao ano para projetos de reflorestamento. Segundo Mercadante, o Brasil deve liderar a agenda ambiental global e fazer da COP30, em Belém, um marco para compromissos climáticos mais ambiciosos.
A Petrobras aposta no crédito de carbono como um novo mercado lucrativo, permitindo compra e venda dos títulos. O programa também busca estabelecer um preço de referência para créditos de carbono, incentivando novos investimentos na restauração da floresta.
O edital de licitação para compra dos créditos será lançado em julho de 2025, e empresas interessadas podem enviar contribuições até 28 de abril. O ProFloresta+ representa um passo importante para transformar o Brasil em referência na economia verde.
Com informações da Agência Brasil
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