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A gestão do presidente argentino Javier Milei enfrenta controvérsias com a recente renúncia do Ministro da Infraestrutura, Guillermo Ferraro, sob alegações de "motivos pessoais". A decisão, divulgada pelo gabinete presidencial, segue rumores de conflitos internos e alegações de vazamento de informações confidenciais de reuniões governamentais.
Esta renúncia se enquadra em uma série de mudanças questionáveis promovidas por Milei, que inclui a integração da pasta de Infraestrutura ao Ministério da Economia. Essa fusão, descrita como uma medida para uma maior coerência na política econômica em tempos de crise, também levanta preocupações sobre a concentração de poder e a eficácia administrativa.
Milei, que havia prometido reduzir o número de ministérios em sua campanha, busca agora concretizar esse objetivo, eliminando dez dos dezoito ministérios da gestão de Alberto Fernández. Entretanto, essa estratégia de enxugamento do governo vem sendo criticada por potencialmente sacrificar a eficiência e a especialização nas áreas afetadas.
O cenário de tensão foi intensificado com os rumores sobre o desentendimento entre Ferraro e Nicolás Posse, chefe do gabinete de ministros. Especula-se que, além dos supostos vazamentos, questões de discordância interna tenham influenciado a decisão de Ferraro.
Com informações da Sputnik
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