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8/8/2022 14:32

PT deslancha campanha de ruas em ato com Lula em SP e diversas ações em outros estados do Brasil

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1488 visitas - Fonte: UOL

O PT vai fazer um dia de mobilização nacional para marcar o início oficial da campanha eleitoral, no próximo dia 16. Com atos pelo país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) deverão fazer agenda em São Paulo. A chapa foi registrada oficialmente no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no último sábado (6).


Agora, a equipe já pode abrir os CNPJs em nome na campanha para receber o fundo partidário. Na terça-feira da semana que vem, a 45 dias do primeiro turno, o período de campanha começa oficialmente e os presidenciáveis já podem fazer eventos como candidatos e pedir votos, segundo o calendário da Justiça eleitoral.

A coligação, nomeada "Brasil pela Esperança", foi oficializada com nove partidos: PT, PSB, PV, PCdoB, PSOL, Rede, Solidariedade, Avante e o Agir (antigo PTC). Esta é a maior coligação das seis eleições que Lula já disputou e a maior aliança entre os candidatos deste ano.


Para marcar o pontapé inicial, a campanha petista deverá fazer três agendas:

-16 (terça): Dia nacional de mobilização com atos em várias cidades do país; Lula e Alckmin em SP
-18 (quinta): Comício de Lula e Alckmin em Belo Horizonte
-20 (sábado): Comício de Lula e Alckmin, em São Paulo

O martelo foi batido na reunião de coordenação de campanha nesta manhã em um hotel na zona sul de São Paulo. Alguns detalhes logísticos ainda precisam ser definidos.

Agenda da mobilização nacional: A campanha vai orientar os diretórios regionais e militância dos nove partidos da coligação a fazerem atos de engajamento. O foco não será não só com comícios, mas em distribuição de material de campanha, como bottons, bandeiras e adesivaço nos carros.


Lula e Alckmin, por exemplo, poderão fazer um ato em porta de fábrica na Região Metropolitana de São Paulo junto às centrais sindicais. Além de ligar Lula à raízes, o foco será em falar no aumento do desemprego, diminuição do poder de compra do brasileiro nos últimos anos e crítica ao "uso eleitoral" do Auxílio Brasil de R$ 600, proposto pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) —pautas que a campanha já tem tratado.

Segundo a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, os detalhes serão acertados ainda nesta semana. Outra opção, além da porta de fábrica, é fazer uma caminhada do ex-presidente pela capital paulista. "A gente quer avaliar qual é a melhor atividade", disse, após a reunião.

O objetivo é não ter um ato único, voltado apenas a Lula, mas sim com diversos regionais para que reforce não só a imagem do ex-presidente como das candidaturas locais e dê o tom de que a campanha nacional não precisa da presença do candidato principal para ser tocada.


"Cada um vai fazer do jeito que o estado está mais acostumado. As pessoas têm, em cada estado, uma forma de fazer manifestação, mas estamos orientando que a campanha seja colocada na rua. As banquinhas com material e visual, que já são tradicionais. Tem gente que vai fazer caminhada, tem gente que quer fazer pequenos atos", afirmou Gleisi.

Primeira parada, BH: Depois, Lula e Alckmin irão voltar a rodar o país, agora podendo usar o número 13 e pedir votos diretamente.

A primeira parada é Belo Horizonte, com o ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD), candidato ao governo de Minas Gerais, e com o deputado André Janones (Avante-MG), recém-integrado à campanha, no dia 18. Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas é considerado um estado crucial para a eleição. Desde a redemocratização, todos os candidatos que ganharam no estado foram eleitos.


Lula está à frente nas pesquisas regionais, mas a vantagem para Bolsonaro, que ganhou lá em 2018, tem diminuído. Kalil também precisa ganhar fôlego em relação ao atual governador, Romeu Zema (Novo), que projeta vitória no primeiro turno.

Alinhado a Bolsonaro desde 2018, Zema se irritou com a indicação do senador Carlos Viana (PL-MG) e, com aprovação em alta no estado, tem se distanciado do presidente.

Ato em São Paulo: Já na capital paulista, o plano é fazer um grande ato no Vale do Anhangabaú, no centro, com o ex-ministro Fernando Haddad (PT), candidato ao governo, no dia 20. O local foi palco de comícios históricos da campanha Diretas Já nos anos 1980. Conforme o UOL havia adiantado, a equipe petista pretende formar uma espécie de "Novas Diretas".

Há só uma questão jurídica a ser resolvida porque o espaço é, agora, uma concessão. O Pacaembu, plano B, passa pelo mesmo processo.


Na semana seguinte, Lula deverá ir ao Rio de Janeiro, com o deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ), ainda sem data definida. Segundo coordenadores da campanha, o plano é revezar viagens a locais que os candidatos já foram, como essas três capitais do Sudeste, a outros estados-chave ainda não visitados, como Amazonas, Pará e Paraná.

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